Elizabeth Gilbert e a origem da criatividade

O vídeo inspirador dessa semana é o TED Talk da Elizabeth Gilbert: Alimentando a Criatividade.

Eu adoro esse TED Talk, porque a autora de Comer, Rezar, Amar, fala sobre como as pessoas que trabalham com criatividade, que criam, são atormentadas pelo eu próprio trabalho.

Ela fala como é comum a relação entre o trabalho criativo e o sofrimento, como é comum vermos artistas e criativos que não conseguem lidar com o peso da própria criatividade.

Ela fala em seu Talk em como, na Grécia e Roma antigas, a criatividade não fazia parte dos seres humanos. Os gregos e romanos acreditavam que havia um ser divino, uma entidade que emprestava seu “gênio” ao homem, para que ele pudesse concretizá-la na realidade.

Havia, então, uma distância entre o artista, o criador, e a criação.

Somente com o Renascimento e com o racionalismo humano, quando o homem virou o centro do Universo, é que a criatividade se tornou algo que vinha totalmente do interior dos seres humanos.

Ela, então, propõe uma nova forma de olhar o processo criativo, devolvendo às entidades externas a possa da criatividade, ou pelo menos dividindo com elas a responsabilidade pela criação, pela arte.

Assim, seria possível haver uma das conciliações mais difíceis da vida criativa – aceitar a realidade após vislumbrar o lampejo do “gênio” criativo e lidar com a expectativa do futuro após realizar um trabalho criativo incrível.

Adoro esse Talk porque nos dá uma oportunidade de repensar nosso processo criativo, uma forma de lidar com os bloqueios de criatividade, com a expectativa que o trabalho criativo cria e uma forma de aparecer todos os dias para o trabalho e fazer a sua parte.

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